Semana passada eu fiz uma votação para o nome do novo lançamento,más me atrapalhei toda..a enquete no Face desorganizou um bocado as coisas..rs nega bota outro nome na enquete,enfim..virou cabaré..rs no Twitter,nega votou mais de uma vez..rs | Sendo assim,só vou considerar o voto,se tú postar nos comentários aqui do blog,aqui em COMENTÁRIOS,visse? Agora que os discos estão praticamente prontos e o Dvd também,o nome é fundamental para que eu possa trabalhar no resto,como capa,cores,cenário e tudo o mais.Ninguém melhor que vcs pra me ajudarem nessa,bora?
Tudo parece mei paradin,né? Só parece.Uma coisa que sempre senti,é que quando as coisas vão no meu tempo,me sinto fiel a mim mesma,ao máximo.claro que a vida não é assim o tempo todo e não se faz só o que se quer o tempo todo.pra ninguém é assim.Más sabe que essa é uma das maiores graças de ser uma artista independente:a liberdade! E pode acreditar minha nega,essa é condição Sine qua Non pra essa neguinha que lhe escreve esses pensamentos de madrugada.O silêncio fala tudo. Cê pensa em uma coisa,vai dormir..quando vai ver aquilo de novo no outro dia já tem alteração..as coisas vão se encaixando..eu tô é num pique arretado..a cabeça não para.Depois da minha última viagem,ter gravado o programa com o Tárik,ter tocado com Ricardo Silveira(no Rio de janeiro),ter ido pro Ceará fazer os três shows..voltar pra minha cidade que eu amo,significa que volta tudo pro seu compasso.O compasso da vida.Da minha vida.O trabalho no estúdio retoma e o DVD também toma seu rumo..trabalheira visse?más tá tudo bem encaminhado e trabalhar com Rita Machado é perfeito pra mim!Além de ser uma artista muito sensível e liberta,me saca porque é minha amiga querida e não me passa o stress que uma produção dessas geralmente tem. Sobre os discos,posso dizer que estão ficando bem do meu jeitin mesmo..um de estúdio e outro ao vivo.Um de intérprete,outro de compositora.Tudo feito na maior sinceridade. depois..quando tudo estiver nos 95%(Cd) eu conceituo(ou não) pra chegar no nome,na capa,no cenário,no figurino,no Site,no discurso..é tudo muito sentido,muito. Paralelo a isso,estamos na montagem do show que faremos durante o carnaval.
As antigas canções dando espaço para novas..vai ser divertido,sempre é! Quando passar o carnaval vem o lançamento dos novos trabalhos..aí só Deus sabe o que vai ser de mim..rs
Quando Guinga recebeu uma demo daquela cantora de cabelo rastafari em Natal (RN), em 2006, imaginou que nada tinha a ver com ele. Mas foi só a potiguar Khrystal Saraiva Santos, de 26 anos, entoar uma de suas músicas para convocá-la a fazer números em seu show (que seria) instrumental. Não satisfeito, voltou a Natal e tocou violão em duas faixas (Baião de Lacan e Influência de Jackson, parcerias com Aldir Blanc) do CD de estréia de Khrystal, Coisa de preto, ode ao coco com tinturas da embolada ao funk.
- Gosto do lado B das músicas, sou da MPB do rock - diz ela.
O disco, uma esmerada produção independente (www.khrys.tal.zip.net) que custou R$ 65 mil, segundo o produtor José Dias, vendeu 1.200 cópias até agora. Lançada no programa de Inezita Barroso, Viola, minha viola, da TV Cultura paulista, Khrystal prepara novo show para São Paulo no fim do mês e é focalizada no terceiro programa da série, Destino Brasil - Música, apresentado por Pedro Luis, no Canal Brasil.
- Não acho que sou coquista, mas queria trabalhar com a atmosfera do coco. Adoro Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro, Elino Julião, tenho paixão por Cátia de França, a quem não se dá o devido valor. E acho incríveis as quebradas rítmicas do Jacinto Silva - diz.
O repertório escolhido a dedo, sem uma faixa desperdiçada, abarca estas preferências. Do discípulo de Gonzaga, Dominguinhos, no raro coco Sete meninas (com Toinho Alves, do Quinteto Violado) ao fornecedor de Jackson, Rosil Cavalcanti, em Coco do Norte, de 1955. Elino Julião comparece com Forró da Coréia (com Oliveira Batista), crivado de atabaques e guitarras. Da paraibana Cátia de França, Khrystal singra Quem vai quem vem, coco embolado que vira funk, e Lá vem Batista, um rockoco nada rococó, de guitarras roncantes. E de Jacinto Silva são dois quebra-línguas castiços, de tirar o fôlego, Quadra e meia e Coco do M (com Zé do Brejo).
O curto-circuito eletroacústico percorre o disco, a começar da faixa-título, da própria Khrystal com Tertuliano Aires ("Coisa de preto/ todo mundo tem/ esse molejo/ do seu jeito"), um rock de guitarras pesadas, que deságua em coco e samba, com uma citação rapeada de As cidades, de Chico Science. O ancestral coquista potiguar Chico Antonio (1904-1993) comparece na releitura turbinada de Usina. Outros convocados são Lenine (Coco da mãe do mar, com Siba), Chico César (Sem ganzá não é coco) e Zé de Riba (www.sem, com Rolmildo Soares), que abre num discurso rapeado e não dispensa guitarras, nos arranjos bem calibrados de Franklyn Nogvaes.
Casada com o produtor José Dias, com quem tem um filho de 1 ano e 10 meses chamado Jackson Luiz Brasileiro (homenagens a Jackson do Pandeiro, Gonzaga e Tom Jobim), Khrystal ralou sete anos em barzinhos do circuito alternativo após ter saído de casa por divergir do pai, ligado à música tradicional. Surpreende ao citar suas influências:
_ - Minhas cantoras preferidas são Elis Regina e Leny Andrade, apesar de não terem a ver com o disco. Morro por elas. E Egberto Gismonti, gosto demais dauele homem. Meu gosto é muito variado. Pena é o coco, que era para ser lugar-comum do nordestino, ter virado ET para o grande público por causa da política das rádios.
PONTO DE VENDA DO DISCO COISA DE PRETO
*Livraria Do Campus Universitário/UFRN
*Bancas “Prática” e “Cidade do Sol”(Afonso Pena/Tirol)
*Sebo Balalaika(Gonçalves Lêdo/Centro)
Se você mora fora de Natal,envie seu email para zede@digi.com.br e solicite o CD
PROJETO RETROVISOR
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À partir das composições próprias,cinco cantores/compositores(Luiz Gadelha,Ângela Castro,Valéria Oliveira,simona Talma e Khrystal)se uniram em função de abrir mercado para divulgação dessas composições na cidade do Natal/RN e onde mais os quisessem.com carreiras distintas,decidem as temporadas do projeto naturalmente,obedecendo só as regras do coração.o projeto é itinerante e já percorreu vários pontos da cidade.Foi criado em 2006 e um ano depois,lançaram o primeiro CD:PRA QUE SERVE A MÚSICA? Que teve seu lançamento em Natal(05/2007) e Ribeirão Preto/SP.Curiosidade e experimentalismo são alguns dos tantos elementos que envolveram a feitura desse disco.
Projeto Retrovisor volta aos palcos Natalenses-28.07.2010|Por Rafael barbosa
Depois de dois anos parado, o Projeto Retrovisor volta a se apresentar. Desta vez, no palco do Circo da Luz, na Cientec 2010. O grupo formado pelos artistas potiguares Ângela Castro, Khrystal, Luiz Gadelha, Simona Talma e Valéria Oliveira atraiu um grande público para o espetáculo desta tarde. Por volta das 17h30, o sol já ia embora, mas o Retrovisor apareceu para brilhar. Com um repertório feito somente de composições próprias, os cantores encantaram as pessoas que os assistiram. Elas se amontoavam entre cadeiras e hastes do picadeiro para assistir ao show. O projeto surgiu em 2006, com a finalidade de experimentar a fusão das influências musicais destes compositores. Segundo os músicos, a idéia era tocar canções consagradas no passado e, aos poucos, introduzir composições próprias no repertório. Mas isso nunca aconteceu. Cada vez mais criativos, Ângela, Khrystal, Luiz, Simona e Valéria não paravam de compor, e acabaram por criar um repertório de canções inéditas. Com músicas próprias e um estilo diferenciado, por causa da mistura dos gostos musicais dos artistas, o Projeto Retrovisor foi ganhando seu espaço no cenário musical do Rio Grande do Norte. A explosão da banda acarretou também em uma alavancada nas carreiras individuais de seus integrantes. Cada vez mais ocupados com suas atividades solos, os componentes acabaram deixando um pouco de lado o projeto e desde 2008 não se apresentavam. “Depois de um show como esse, a gente se empolga e pensa em tocar em frente o projeto”, disse Ângela Castro, após a apresentação. A afirmação pode ser uma esperança para os fãs, mas ainda não tem nada confirmado. Como os artistas mesmos confirmaram, “não se sabe de nada, vamos deixar rolar”. No fim do espetáculo, a plateia, inflamada, aplaudiu incansavelmente os artistas.